As novas falanges radicais seguem um dogma: o dogmainardismo. Elas ficam esperando o que o seu guru-bugiganga agita em teses, para, em seguida, reproduizí-las nos seus posts, na mais subterrânea copiação.
Aqui vão alguns celerados que sentaram-se aos pés do Coiote da Abril: Tio Rei, um fiel até a alienação ao apelo da origem: "impõe-se que assim seja, porque lá "em cima" está escrito"; DEMétrio Magnolli, um demérito já nas primeiras letras do nome, Lúcia Hipólito, uma Mirian Leitão com a mesma falta de talento; um tal de Fernando de uma tal imprensa marron e seu cinismo com o "eu" judicioso; Guilherme Fiuza, a pior e menos competente das viúvas de FHC, e tantos outros de menor "charia", que nem vale a pena citá-los .
O melhor brocardo para estes asseclas e suas indecisões morais só poderia ser este:
"Vocês não vão se atrever a falar em seus nomes enquanto não tiverem lido isto e aquilo, e aquilo sobre isto, e isto sobre aquilo."
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