Falar das ações humanas parece vir de desde sempre. Entendê-las, ou pelo menos tentar, também. São elas que nos permitem funcionar moralmente. E parece sempre se deslocarem na direção de nosso interesse - como numa via de mão única. É como se estas ações, voltadas sempre para o eu, fossem a principal substância adesiva de toda e qualquer ética. E isto, creio, é quase um golpe em nossa dignidade. Ou não? Ou tudo é assim mesmo: tudo converge para grupos de interesses, já que não existe interpretação neutra em relação a valores e interesses?
quinta-feira, 19 de junho de 2008
cobiça
Falar das ações humanas parece vir de desde sempre. Entendê-las, ou pelo menos tentar, também. São elas que nos permitem funcionar moralmente. E parece sempre se deslocarem na direção de nosso interesse - como numa via de mão única. É como se estas ações, voltadas sempre para o eu, fossem a principal substância adesiva de toda e qualquer ética. E isto, creio, é quase um golpe em nossa dignidade. Ou não? Ou tudo é assim mesmo: tudo converge para grupos de interesses, já que não existe interpretação neutra em relação a valores e interesses?
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Um comentário:
Estou lendo o gene egoísta do Dawkins que muito tem a ver com nossa cobiça e "egoismo". Depois te empresto. A leitura é muito boa.
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