segunda-feira, 13 de outubro de 2008

cpi mista

No debate deste domingo, na Band, a candidata do PT à Prefeitura de São Paulo, Marta Vasconcelos, deu de lambuja uma pauta para a revista Veja montar um daqueles seus dossiês fajutos: o dossiê do CU. Agora é esperar para ver quem vai pedir abertura de uma CPI do CU no Congresso.

agosto

É comum as pessoas dizerem que o mês oito do ano, também conhecido como agosto, é a época escolhida pelos mais diversos infortúnios. Eu como leonino de oitavo mês discordo plenamente, e me ancoro nos historiados, que dão a outubro, e não a agosto, a data dos principias “crashes” da história: 1929 e 1987.

quarta-feira, 8 de outubro de 2008

defeito borboleta (two)

O que esses tribunais regionais eleitorais se refestelam com a dinheirama pública numa eleição com 1° e 2° turnos não é fácil. Aqui em Natal, o prédio do TRE está localizado numa área onde o preço do metro quadrado é um sonho pra quase toda população que acabou de eleger a filha do maior escroque político dessas terras de papa-jerimuns. Pior do que o pai da Micarla, que os vermes não aceitam comê-lo até hoje, só mesmo o larápio do José Agripino, que recebeu, bionicamente do pai, um coronel sujo do regime assassino, a Prefeitura dessa cidadezinha adoradora de axé-music.

P.S: Não visite a terra dos papa-jerimuns no mês de novembro, você vai sair fedendo a axé-music. E se não quiser voltar pra sua terra de origem fedendo a forró, não visite Natal em momento algum.

segunda-feira, 6 de outubro de 2008

defeito borboleta

Hoje saí roxo de medo de, ao andar pelas pelas ruas de Natal, alguém pensar ser eu um eleitor dessa Micarla, uma filhotana mimada e vendida do coronel e finado senador Carlos Alberto de Souza, um populista de caráter tão asqueroso que até hoje os vermes rejeitam banqueteá-lo. Esse bando de papa-jerimuns, adoradores de forró cearense e do axé famigerado da Bahia não poderia ter cometido desgraça maior. Se na terra de todos os santos deu-se um basta e enterrou-se de vez o carlismo, aqui em Natal ocorreu o inverso: o retorno às catcumbas. Não demorará muito e em breve, muito em breve mesmo, toda a Câmara de vereadores dessa Roraima do Nordeste será unica e exclusivamente composta por todos os funcionários da tv Ponta Negra. É a mediocridade combinando povo ridículo com uma cidade idem.
P.S: Depois do carlismo, precisamos enterrar o alexandregarciasismo gagá da Globo.

sexta-feira, 3 de outubro de 2008

de dogmas

As novas falanges radicais seguem um dogma: o dogmainardismo. Elas ficam esperando o que o seu guru-bugiganga agita em teses, para, em seguida, reproduizí-las nos seus posts, na mais subterrânea copiação.
Aqui vão alguns celerados que sentaram-se aos pés do Coiote da Abril: Tio Rei, um fiel até a alienação ao apelo da origem: "impõe-se que assim seja, porque lá "em cima" está escrito"; DEMétrio Magnolli, um demérito já nas primeiras letras do nome, Lúcia Hipólito, uma Mirian Leitão com a mesma falta de talento; um tal de Fernando de uma tal imprensa marron e seu cinismo com o "eu" judicioso; Guilherme Fiuza, a pior e menos competente das viúvas de FHC, e tantos outros de menor "charia", que nem vale a pena citá-los .
O melhor brocardo para estes asseclas e suas indecisões morais só poderia ser este:
"Vocês não vão se atrever a falar em seus nomes enquanto não tiverem lido isto e aquilo, e aquilo sobre isto, e isto sobre aquilo."

quinta-feira, 2 de outubro de 2008

do reino da dinamarca

Passei tempos e tempos tentando descobrir onde havia enfiado um velho recorte de jornal em que estava escrito esse divino poema do dinamarquês Peter Poulsen, com tradução de José Paulo Paes. Hoje, escabichando (eu, hein...) algumas caixas-depósito, enontrei-o de posse de algumas kafkianas metidas à besta. Fiz um acordo com as ditas: Elas me deixariam publicar Poulsen no meu blog, e eu as deixaria em paz no seu salão particular de leituras. E assim foi. E aí tá o poema completinho pra todos vocês.

SE EU FOSSE HAMLET

Se eu fosse Hamlet
comprava flores para Ofélia, goma de mascar inglesa,
transistor com fones de ouvido,
champanhe, palitos --
e a convidaria para viajar
a Florença ou Roma.

Se eu fosse Hamlet
dava de presente a ela uma gaiola cheia de pipilantes tentilhões
um par de patins de estela do gelo
uma permanente para os aerobarcos suecos.

Se eu fosse Hamlet
me concentrava na minha vida amorosa
em vez de ficar a remoê-la por aí;
loteava Kronborg
em apartamentos de condomínio,
e ia morar numa casa em Fiolgade
-- talvez comprasse até um colchão de água --

Se eu fosse Hamlet,
mandava às favas todas as especulações sombrias
e seria mais do que sou agora,
em vez de ficar só pensando a respeito
e fazendo longas preleções sobre.

Não me intrometeria mais na vida sexual de mamãe,
se eu fosse Hamlet.
Admitiria logo que o velho está morto
e não ia mais perambular pelas noites escuras atrás
de um fantasma que no coração só tem vingança.

Se eu fosse Hamlet,
deixava Polônio ficar atrás das cortinas
tanto quanto lhe desse na telha:
afinal de contas é só um velho gagá --
e me recusava a andar, fosse onde fosse,
com tipos tão ridículos quanto Gildensfúncio e Rosentonto
ou como quer que se chamem --

Se eu fosse Hamlet,
ia farrear com Horácio
beber chope com Frank Jaeger,
jogar dados com marujos nalgum boteco do porto,
andar com donas suecas,
mandar tatuar no braço:
"Ophelia, I Love You",
logo abaixo de um coração em chamas --

isso se eu fosse Hamlet.

terça-feira, 23 de setembro de 2008

dogma(inardismo)

Livro de auto-ajuda dos que buscam um estado democrático de... DIREITA.

apagão elétrico

Herança maldita do governo FHC, o apagão energético feriu quase de morte o LHC (o tal do acelerador de particulas). A estrovenga tentou um novo Big Bang, falhou, porém chegou perto: consegiu um novo Big Crash, e quebrou (ele, o LHC... e as bolsas todas). Mas não há de ser nada, nosso FHC também querou o Brasil por três vezes e conseguiu uma dobradinha de Lula, o que já é melhor do que aquela buchada de bode, que o sociólogo com vasta experiencia em quebradeira comeu lá pelo sertão do Cariri.

quarta-feira, 3 de setembro de 2008

impressões de conjunto

O politicamente correto é o troço mais nojento que existe, e sua razão de ser objetiva uma única coisa: atravancar o mundo. Alberto Caeiro, heterônimo - um dos - de Fernando Pessoa, dizia que todo mal do mundo está em nos importarmos com os outros. Se você concorda com o poeta de "Mensagem", talvez seja, mesmo que inibidamente, um dos que rejeitam o "PCsismo". O vídeo abaixo, transposto do Ilustrada no Cinema, da Folha, apresenta um trailer cortado do filme "Trovão Tropical", do desenxabido (que palavrinha feia e sem graça) Ben Stiller. Imagina ter o seu direito de ver um filme na integra tolhido por um bando de malucos politicamente correto, querendo proteger-lhe do que propriamente você não tem interesse nenhum em se proteger. E mesmo que você precise da proteção de algo, seja do que for, esse é um direito ao qual só você tem o direito de decidir, entendeu?


http://view.break.com/559010 - Watch more free videos